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fisioterapia

O que faz um fisioterapeuta? Fique por dentro da profissão

O fisioterapeuta, tem a formação para o tratamento e prevenção de doenças e lesões, decorrentes de fraturas ou má-formação ou vícios de postura.

Para cuidado, ele pode aliar técnicas, como massagens e exercícios, que pode melhorar a capacidade física dos seus pacientes.

Para a recuperação, o médico pode sugerir o acompanhamento para complementar a ação de medicamentos e acelerar a recuperação.

Este profissional tem como função, recuperar os movimentos, por meio de massagens e exercícios físicos, assim como doenças ocupacionais e lesões.

Apenas estes profissionais formados em cursos superiores de Fisioterapia reconhecidos pelo MEC e registrados no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) podem recomendar as sessões.

 

 

Atuação do fisioterapeuta

Inicialmente o profissional faz um diagnóstico fisioterapêutico do paciente. Com isto, ele analisa e interpreta os exames e laudos médicos para verificar o estado de saúde. Neste processo ele pode observar se existe alguma lesão. Além disso, cabe a ele observar os movimentos do paciente e se o mesmo apresenta dificuldade motora ou sente dor.

Através do diagnóstico é possível iniciar o tratamento. O tipo pode variar de acordo com a condição do paciente, além da lesão. As formas podem ser, por:

  • Aplicação de massagens;
  • Exercícios físicos;
  • Tratamento a base de frio e calor;
  • Exercícios na água;

Inicialmente o tratamento é feito com o fisioterapeuta, que acompanha e orienta o paciente na atividade assim como o seu progresso.

Existe a possibilidade dos exercícios que o paciente fazer seja sozinho, em casa. Com isto, serão ensinados movimentos que precisam ser feitos com certa frequência e força.

Depois é feita uma nova avaliação para identificar a melhora em seu quadro e ajustar o tratamento.

 

 


Áreas do profissional


Saúde Preventiva

Neste caso é trabalhado o relaxamento muscular, exercícios respiratórios e alongamento corporal.

Para o processo é preciso conhecer os hábitos do paciente, ou se fica muito sentado ou em pé, postura entre outras questões.

Com isto é possível corrigir postura, relaxar os músculos, desta forma, permite evitar lesões por esforço repetitivo, amenizar sintomas e acabar com a lesão muscular.

Fisioterapia do Trabalho

A fisioterapia do trabalho atua para cuidar da saúde do trabalhador. Neste caso é preciso conhecer as atividades do mesmo.

Neste caso são feitas palestras e treinamentos para postura e prevenção de doenças.

Fisioterapia Desportiva

Nesta profissão tem o cuidado com o condicionamento físico de atletas. Com trabalho preventivo é possível também fazer o acompanhamento de lesões ou traumas físicos.

Indústria de Equipamentos

Este profissional pode desenvolver novos equipamentos para recuperação dos pacientes, ou então fazer testes e avaliações de produtos.

Fisioterapia Neurológica

Neste caso funciona para pacientes com algum distúrbio neurológico. O processo pode exigir que o paciente aprenda movimentos corporais básicos.

Ortopedia e Traumatologia

Este caso funciona para fraturas, traumas ou luxações.

Fisioterapia Cardiorrespiratória

Para os pacientes com doenças cardíacas ou respiratórias pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e o bem-estar.

Para o tratamento o fisioterapeuta pode passar exercícios ligados aos aparelhos respiratórios e circulatórios. Além disso, este profissional pode auxiliar nas etapas pré e pós-operatórias.


microcefalia

O que é Microcefalia - Causas e tratamento

A microcefalia é uma condição neurológica, rara que ocorre na cabeça e no cérebro da criança. Geralmente ela é diagnosticada no início da vida e é uma consequência do não crescimento do cérebro durante a gestação ou após o nascimento.

A criança com microcefalia apresenta problemas no desenvolvimento. Não existe uma cura definitiva para a doença, porém, os tratamentos são feitos desde os primeiros anos. A evolução ocorre conforme o desenvolvimento e qualidade de vida. A doença é decorrente a problemas genéticos ou ambientais.

 

 

Causas da Microcefalia

O problema tem relação ao crescimento abaixo do cérebro da criança quando ela está no útero. Desta forma, ela pode ser genética. Em todo caso, algumas das causas são:

  • Malformações do sistema nervoso central.
  • Diminuição do oxigênio para o cérebro fetal: algumas complicações na gravidez ou parto podem diminuir a oxigenação para o cérebro do bebê.
  • Exposição a drogas, álcool e certos produtos químicos na gravidez.
  • Desnutrição grave na gestação.
  • Fenilcetonúria materna.
  • Rubéola congênita na gravidez.
  • Toxoplasmose congênita na gravidez.
  • Infecção congênita por citomegalovírus.

As doenças genéticas que causam o problema são:

  • Síndrome de Down.
  • Síndrome de Cornelia de Lange.
  • Síndrome Cri du chat.
  • Síndrome de Rubinstein – Taybi.
  • Síndrome de Seckel.
  • Síndrome de Smith-Lemli–Opitz.
  • Síndrome de Edwards.

Recentemente Ministério da Saúde confirmou a relação entre o Zika vírus e o surto de casos de microcefalia. No entanto, as investigações sobre microcefalia e o Zika vírus continuam para esclarecer todas as questões, inclusive sobre a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano. De modo geral o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.

 

 

Diagnóstico

A doença é diagnosticada pelo médico nos primeiros exames depois do nascimento. Ela também é diagnosticada com o perímetro da cabeça. Os exames de tomografia computadorizada, ressonância magnética e exames sanguíneos ajudam na avaliação.

Além disso, uma criança com microcefalia a sua cabeça cresce ao longo da infância, mas menos do que a média. Na gravidez também é possível descobrir a doença por meio da ultrassonografia, os médicos conseguem medir o crânio do feto.

 

 

Associação da microcefalia

No geral 90% dos casos tem relação com atraso no desenvolvimento neurológico, psíquico e/ou motor. Com isto, o tipo e nível de gravidade da sequela variam caso a caso. Em algumas a inteligência da criança não é afetada. No entanto, o déficit cognitivo, visual ou auditivo e epilepsia podem aparecer neste tipo de paciente.

 

 

Prevenção

Para diminuir o risco é preciso fazer um acompanhamento pré-natal. Além disso, a gestante deve procurar o médico se sentir sintomas de infecção, como febre, além de evitar o abuso de álcool e drogas ilícitas.

Além disso, as grávidas não devem usar medicamentos não prescritos por profissionais de saúde. É importante fazer o pré-natal qualificado e todos os exames previstos.

 

 

Tratamento

Não existe forma de reverter à microcefalia com medicamentos ou outros tratamentos específicos.  No entanto, é possível melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança com o acompanhamento por profissionais como fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.


bursite trocanterica

Bursite Trocantérica: O que é, causas, sintomas e tratamentos

O trocanter é uma estrutura que faz parte da peça óssea do fêmur, ou seja, não se trata de um osso independente, mas uma protuberância na extremidade do fêmur, localizada próximo do quadril.

A anatomia do quadril é bastante complexa, assim como sua mecânica, que envolve diversas direções de movimento e diversas rotações, por se tratar de um sistema complexo, faz-se necessário compreender melhor sobre as estruturas envolvidas.

O quadril é composto, basicamente, pelos músculos glúteos e músculo piriforme, ligamentos, estruturas ósseas – inclusive o trocanter – e bursas. São encontradas no quadril cerca de 3 a 4 bursas, a saber: iliopectínea, isquioglútea e a trocantérica, esta última é a bursa localizada na superfície do trocanter maior.

As bursas trocantéricas são as estruturas que receberão maior foco neste artigo, uma vez que a bursite trocantérica se relaciona diretamente com tal estrutura. Além disso, o presente artigo buscar-se-á introduzir a respeito das causas, dos sintomas e os tratamentos para esta afecção.

 

 

  • O que é bursite trocantérica?

Bursas são bolsas que contém líquido gelatinoso no seu interior, se localizam entre os tendões e os ossos e têm como função a redução de atrito causado pela movimentação e locomoção, isto é, funciona como amortecedor. O fluído contido nas bursas são responsáveis pela lubrificação, facilitando assim o deslizamento entre as estruturas relacionadas com o movimento, neste caso, da região do quadril.

As bursas trocantéricas, por sua vez, são encontradas na região do quadril, mais especificamente abaixo do trocanter. Vale lembrar que o trocanter é uma proeminência no topo do fêmur, o qual se encaixa na bacia. Sabendo disso, é possível compreender do que se trata a bursite trocantérica, consiste na inflamação da bursa trocantérica devido a algum fator causal.

Acomete mais às mulheres que se encontram entre as idades de 30 a 50 anos e aos atletas, principalmente os corredores.

 

 

  • Causas da bursite trocantérica

A etiopatologia da bursite trocantérica envolve fatores externos e fatores de risco. Dentre os fatores externos que contribuem com a inflamação estão os microtraumas ocasionados devido a uma repetição de impacto, podendo ser devido ao uso excessivo dos músculos do quadril que se relacionam com a região do trocanter.

O uso excessivo destes músculos sobrecarrega a biodinâmica, alterando assim a mecânica do grupo musculoesquelético do quadril, esta alteração causa também a alteração do funcionamento das bursas, produzindo mais fluido e, portanto, chegando ao processo inflamatório.

O esforço ou estresse repetitivo, também chamado no termo inglês de “overuse”, acontece na subida de escadas com muita frequência, durante corridas, durante caminhadas longas e frequentes, ao pedalar com periodicidade curta ou mesmo ao permanecer em pé por tempo muito prolongado.

Porém, vale ressaltar que estas atividades citadas acima para se tornarem fatores causais da síndrome, dependerá da frequência, constância e da maneira como são realizadas.

Outro fator que pode desenvolver a bursite trocantérica são as lesões causadas por um evento traumático, isto é, quedas, pancadas, acidentes, etc. No entanto, a maioria dos pacientes não se recorda de nenhum evento que possa estar relacionado à agravante.

Estas lesões não são comumente recordadas, pois podem acontecer durante o dia-a-dia, por exemplo, bater o quadril na porta, na mesa, na porta do carro, deitar sobre um lado apenas por tempo prolongado.

Os fatores de risco envolvidos com a síndrome incluem o histórico de doenças musculoesqueléticas, como artrite, patologias na coluna, discrepância do tamanho das pernas, doenças reumatológicas, osteoartrose, entre outras.

Além das doenças supracitadas, também se relacionam como fatores de risco, a presença de patologias de cunho psicológico ou emocional, como fibriomialgia e obesidade.

  • Sintomas da bursite trocantérica

O principal sinal do quadro clínico da bursite trocantérica é a dor na lateral do quadril, facilmente indicada com a ponta do dedo pelo paciente, a dor pode irradiar para a coxa e panturrilha, devido à alteração no modo de movimentar-se, forçando assim o músculo da coxa e panturrilha, esta dor secundária é, portanto, um reflexo adaptativo que passa a ser considerado um sintoma da própria síndrome.

A dor pode ser intensificada durante a noite e quando o paciente permanece por muito tempo na mesma posição ou em pé. A bursite trocantérica pode afetar o sono, não como um sintoma específico, mas sim como uma consequência da dificuldade em encontrar posição agradável para dormir devido à dor.

Para fins diagnósticos, o médico avalia os sintomas relatados pelo paciente, bem como o histórico de doenças relacionadas, de eventos antecessores, além disso, o médico realiza exame clínico apalpando a região do quadril, estando o paciente deitado com a lateral afetada voltada para o médico.

Exames complementares podem ser necessários para a investigação de lesões mais graves ou patologias em outras estruturas. Nestes casos são realizados exames laboratoriais e de imagem, como radiografia, tomografia ou ressonância magnética.

Uma vez concluídos os exames e o diagnóstico sendo instituído como de bursite trocantérica, é preciso iniciar o tratamento.

  • Tratamento da bursite trocantérica

Nem toda intervenção terapêutica de bursite trocantérica envolve procedimentos cirúrgicos, na verdade, muitos pacientes percebem melhora relevante apenas com algumas mudanças de hábitos e adoção de medidas, veja a lista abaixo que contém algumas atitudes simples que auxiliam na melhora do quadro clínico do paciente acometido:

-Evitar atividades com potencial de piora dos sintomas: como caminhar, correr, subir escadas, permanecer em pé;

-Utilização de um apoio: bengalas, muletas ou quaisquer formas de apoio auxiliam evitando a sobrecarga da outra perna;

-Evitar cruzar as pernas: enquanto a bursa está inflamada, é preciso evitar cruzar as pernas, pois esta posição pode friccionar tal estrutura contra o trocanter, o que ocorre é que a bursa possui nervos no seu interior, por isso quando inflamada ao ser pressionada causa dor e incômodo;

-Perder peso: a obesidade ou o excesso de peso em relação à força que a pessoa tem para sustentar a si mesma influencia na piora dos sintomas, por isso, é importante mudar os hábitos em relação à alimentação, sedentarismo e fatores estressantes;

-Repouso na fase aguda: durante o período em que a inflamação da bursa trocantérica ainda não está totalmente resolvida, é preciso manter-se em repouso;

-Compressa de gelo: realizar compressas de gel gelado ou mesmo com cubos de gelo auxilia no alívio da dor. É recomendado proceder três vezes ao dia, aplicando na região acometida durante cerca de quinze minutos, mantendo cautela para não lesionar a pele.

Além destas medidas iniciais, o tratamento da bursite trocantérica inclui a administração de anti-inflamatório oral durante aproximadamente um mês e meio a dois meses, este tempo de administração deverá ser definido de acordo com fatores como idade, resposta ao tratamento, presença de fatores de risco, etc.

Se o tratamento oral não apresentar respostas esperadas, indica-se a alteração do tratamento, podendo passar a administrar via injetável local de corticóide e substância anestésica, por exemplo, a lidocaína. Esta intervenção costuma apresentar resultados com baixa reincidência e sem complicações recorrentes, salvo alguns efeitos colaterais, como abscessos, lesões nervosas, atrofia cutânea e inflamações por macrófagos.

Somente em casos que não responderam bem nem ao tratamento via oral, tampouco ao tratamento de infiltração, recorre-se à intervenção cirúrgica. Esta intervenção pode ser através da bursectomia, que consiste na incisão lateral para a retirada da bursa problemática, ou através da artroscopia, que é menos invasiva, realizando apenas duas microincisões endoscópicas. A artroscopia causa menos efeitos adversos e sua recuperação é mais rápida e confortável, porém, em alguns casos pode ser necessário realizar a incisão aberta.

Além dos tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos, faz-se necessário o tratamento de recuperação, isto é, a fisioterapia, pois esta terapêutica proporciona reabilitação, alongamento, fortalecimento das estruturas do quadril, correção da dinâmica do movimento, utilização de temperatura para tratamento, enfim, a fisioterapia contribui tanto para a recuperação como também com a prevenção de reincidência.

O retorno às atividades normais do dia-a-dia deve ser gradual e orientado pelo médico, assim como o retorno aos treinos desportivos nos casos de atletas e ao exercício físico, que é de suma importância para a preservação da saúde, inclusive do bom funcionamento da biodinâmica do quadril, porém, toda atividade física deve ser orientada por profissional capacitado, sobretudo em caso de paciente pós cirúrgico e com histórico de bursite trocantérica.

Conclusão

O funcionamento do corpo humano depende do funcionamento equilibrado de todos seus sistemas, assim, um fator que entra em desequilíbrio, afeta diferentes estruturas, resultando em uma queda na qualidade de vida, incômodo, dores. É o caso da bursite trocantérica, quando há excesso ou repetição motora, ou o excesso de peso, ou mesmo o sedentarismo que enfraquece as estruturas que sustentam o quadril, as bursas respondem com a inflamação.

Dessa forma, pode-se entender a bursite trocantérica como um problema resultante de diversos fatores de risco que denotam falhas, bem como fatores causais, que seriam as lesões, traumas, impactos, uso repetitivo ou excessivo.

Portanto, é preciso que além do tratamento direto ao problema instalado, ou seja, administração medicamentosa, por infiltração ou cirúrgica e realização de fisioterapia, haja também a manutenção e a prevenção da saúde como um todo, pois até mesmo o excesso de atividade física pode ser prejudicial.

 

 

 

 


doenca de parkinson

O que é Doença de Parkinson - Aprenda mais

A Doença de Parkinson é degenerativa, crônica e progressiva. Ela ocorre devido à diminuição da dopamina (neurotransmissor).

A dopamina permite a execução dos movimentos voluntários do corpo de forma automática, pois nós não temos necessidade de pensar ao realizar, devido à substância em nossos cérebros.

Causas da doença de Parkinson

O envelhecimento dos indivíduos saudáveis demonstra morte progressiva das células nervosas. Existem alguns que perdem e acabam manifestando os sintomas da doença.

Entretanto, não sabe o motivo que causa a perda progressiva e exagerada de células nervosas. De qualquer forma existem alguns fatores que desencadeia a doença e pode ser genético ou ambiental.

Genética ou Ambiental

Existem alguns genes relacionados com a ocorrência da doença, porém ela não é hereditária. Ocasionalmente pode ter vários casos na mesma família.

No entanto, não tem como definir se pode trazer riscos para os filhos dos pacientes que desenvolve a doença. Os genes que favoreceram podem agir de forma indireta com diversos fatores.

Com isto é possível ocorrer também por fatores ambientais, como contaminação com agentes tóxicos (agrotóxicos e resíduos químicos). Quando existe a falta, o controle motor é perdido e pode causar alguns sinais e os seguintes sintomas.

Principais sintomas da doença de Parkinson

Os sintomas principais são:

  • Tremores;
  • Acinesia ou bradicinesia (lentidão e diminuição dos movimentos voluntários);
  • Rigidez (enrijecimento dos músculos, principalmente no nível das articulações);
  • Instabilidade postural (dificuldades relacionadas ao equilíbrio, com quedas frequentes).

O sintoma da doença de Parkinson pode instalar-se de forma lenta e progressiva, aos 60 anos de idade, e 10% dos casos ocorram antes dos 40 anos (parkinsonismo de início precoce) ou ainda em menores de 21 anos (parkinsonismo juvenil).

Pode afetar todos os sexos e raças e pode iniciar em um lado do corpo. No geral, o paciente percebe que o movimento está difícil e vagaroso e pode atrapalhar tarefas habituais. Além disso, pode piorar de intensidade e afetar o outro membro do mesmo lado e depois de alguns anos o outro lado do corpo. Ainda é possível ter dificuldade para andar e alterações da fala.

Diagnóstico do Parkinson

O diagnóstico é clínico e deve ser feito por um médico neurologista, que sabe diferenciar de outras doenças neurológicas.

É feito também, exames complementares, como tomografia cerebral, ressonância magnética entre outros.

Tratamento do Parkinson

Os sintomas da Doença de Parkinson são tratáveis, e os sinais e sintomas respondem bem as medicações.

No entanto, os medicamentos são sintomáticos e põem parcialmente a dopamina que falta.

Entretanto, não existem drogas disponíveis para curar ou evitar a progressão da degeneração de células nervosas, mas possuem medicamentos antiparkinsonianos disponíveis, que precisa ser administrado no paciente conforme a fase de evolução da doença.

Existem também técnicas cirúrgicas para atenuar os sintomas, mas somente é indicado quando os medicamentos não controlam.

Com o tratamento é feito uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia, suporte psicológico e nutricional para garantir ao paciente uma vida independente. Por meio do tratamento a ideia é diminuir o prejuízo funcional decorrente da doença, porém, para melhor orientação, procure um neurologista.


siringomielia fisiatria

Siringomielia: O Que É, Causas e Tratamentos

A siringomielia é uma doença do sistema nervoso central, e tem como características a degeneração da medula espinhal.

Esta doença crônica, evolui de forma lenta e progressiva e pode iniciar antes dos trinta anos. A doença é definida como uma cavidade no interior da medula espinhal com líquido semelhante ou idêntico ao líquor.

Nas pessoas normais na sístole cardíaca, as tonsilas cerebelares e a medula espinhal são deslocadas com o líquor e voltam para posição inicial na diástole.

Se existe a malformações da transição craniocervical, a circulação liquórica na transição craniocervical é alterada. Com isto existe a diminuição dos espaços e ainda a quantidade de velocidade do líquor são alteradas.

O que é a siringomielia?

Esta doença crônica pode gerar fraqueza muscular e perda da capacidade sensitiva.

A cavidade que se forma apresenta aspecto alongado e pode ser encontrada nas porções baixas do encéfalo.

Na posição central destrói centros nervosos e atrapalha passagem de fibras nervosas. De acordo a extensão e a localização da cavidade é possível afetar as fibras nervosas com relação às respostas motoras. Caso seja interrompidas as fibras, ocorre à deficiência dessa função.

Causas e sintomas

As causas podem ocorrer devido trauma, tumor, infecção, fixação da coluna vertebral na região lombar por doenças congênitas, como espinha bífida, meningocele e mielomeningocele. Entretanto, a maioria dos casos a causa é desconhecida.

O quadro clínico se desenvolve aos poucos, com isto a pessoa pode perder a sensibilidade ao calor, ou o tato começa a desaparecer.

Existem casos onde os membros superiores são afetados e pode garantir o prejuízo e a perda da sensibilidade dolorosa e consequentemente à térmica e a tátil. Existem casos que os portadores de siringomielia se queimam ou se machucam, e nem percebem.

Com o comprometimento sensitivo existem alterações motoras e fraquezas e atrofias e até dificuldade de movimentação dos membros e dos reflexos musculares.

Existem casos com trofias nas mãos e nos braços, mudanças das unhas (quebradiças) mudança na sudorese e ainda à pele ficam seca e facilmente se ulcera. Caso seja na coluna lombar pode aparecer anormalidades semelhantes aos membros inferiores.

Se a lesão ficar na região encefálica pode comprometer os nervos cranianos e ainda causar alterações do equilíbrio, da mastigação e dos movimentos oculares.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito pela semelhança de tais sintomas com doenças neuromusculares.

Existem casos que os exames subsidiários não são conclusivos. Já o resultado do exame do líquido cefalorraquidiano (liquor) geralmente é normal, e a radiografia contrastada da médula (pneumomielografia) também pode ser.

Com isto o diagnóstico é clínico e nem sempre definitivo.

Tratamento

O tratamento da siringomielia é feito com radioterapia e à descompressão cirúrgica da medula.

Através da cirurgia é possível garantir mais espaço para o cerebelo na base do crânio e a parte superior do pescoço.

Com isto, permite que a cavidade primária se aplane ou desapareça. Com a cirurgia é possível estabilizar os sintomas ou melhorar ligeiramente na maioria dos pacientes. Quando existe um atraso no tratamento, é possível causar danos irreversíveis à medula espinhal.

 


pregabalina dor

Pregabalina para fibromialgia

Lyrica (pregabalina) é um medicamento aprovado pela FDA para fibromialgia e outras dores crônicas e neuropáticas. Fibromialgia é uma doença crônica que provoca a longo prazo, dor muscular generalizada e mialgia, problemas para dormir, fadiga, insônia e cansaço.

A pregabalina não é um antidepressivo. Pelo contrário, é uma droga que tem como alvo os sinais nervosos. O medicamento tem sido muito utilizado para aliviar a dor do nervo (neuropática) em pacientes com neuropatias pós-herpéticas e polineuropatia diabética. Ele também é usado para tratar crises convulsivas parciais.

Acredita-se que a dor da fibromialgia é causada por alterações relacionadas com o nervo, que causam as células nervosas a disparar muitos sinais. Isso torna uma pessoa excessivamente sensível aos estímulos que normalmente não são dolorosos.

Não há certeza exatamente como Lyrica melhora os sintomas da fibromialgia, mas pesquisas de laboratório sugerem que a Lyrica ajuda a diminuir o número de sinais nervosos (impulsos), e como resultado, acalmam as  células nervosas excessivamente sensíveis. Isso resulta em alívio da dor em pacientes com fibromialgia.

Mecanismo de ação dos anti-convulsivantes para dor

Gabapentina (Neurontin) e pregabalina (Lyrica, Prebictal) compõem uma interessante classe de medicamentos para a dor crônica.

Estas drogas diferem estruturalmente e mecanicamente de outros analgésicos e também têm eficácia em ensaios clínicos randomizados para as crises de epilepsia e transtornos de ansiedade.

Estudos concluíram que estas drogas não são gabaérgicas e em vez disso, reduzir a liberação estimulada de transmissores por ligação às proteínas de alfa2-delta (CaVa2-d) de canal de cálcio.

Gabapentina e pregabalina compartilham uma alta afinidade para estas proteínas, localizadas particularmente em sinapses.

Essa ligação é necessário e suficiente para dar conta ações de drogas analgésicas, aparentemente causadas pela diminuição da liberação
de neurotransmissores em sinapses.

Evidências da pregabalina

Pregabalina alivia a dor causada por danos aos nervos, ou de uma lesão ou doença.

Anti-epilépticos (tais como a pregabalina) são medicamentos usados para tratar a epilepsia, mas também são eficazes no tratamento da dor.

O tipo de dor que responde bem ao tratamento de pregabalina é dor neuropática (dor causada por danos aos nervos). Isso inclui neuralgia pós-herpética (dor persistente em uma área anteriormente afetada por telhas) e dolorosas complicações do diabetes, bem como fibromialgia.

Apenas uma minoria dos pacientes com estes tipos de dor terá um benefício substancial, e um pouco mais terá benefício moderado.

Com pregabalina doses diárias de 300 mg a 600 mg, a impressão global de avaliação do paciente de mudança grande ou muito muito melhorada foi cerca de 35% na neuralgia pós-herpética, 50% na neuropatia diabética dolorosa e 40% na fibromialgia.

Não há provas que a pregabalina seja eficaz em condições agudas, onde a dor já está estabelecida e em condições crônicas na qual danos ao nervo não são a principal fonte da dor, tais como artrite.


reabilitacao-de-avc

Enfoque multidisciplinar no Acidente Vascular Encefálico

 

As áreas que os médicos podem trabalhar na reabilitação do acidente vascular encefálico incluem:

 

Músculos e nervos

O acidente vascular encefálico (AVC) pode afetar apenas um lado ou uma parte do corpo, nesse caso o paciente fica paralisado ou fraco no lado afetado. Por causa disso é preciso ter muito cuidado, pois o paciente fraco pode correr o risco de cair e sofrer hematomas mais facilmente. Se o problema é esse o fisioterapeuta e terapeuta ocupacional especializado irá ajudar, esses profissionais irão ajudar o paciente a reaprender algumas coisas como: andar, como comer, tomar banho, entre outras coisas.

Também vão trabalhar com o paciente o alongamento e fortalecimento dos músculos, mas tudo vai depender do paciente e do que ele precisa.

 

Memória, fala e linguagem

Depois de um AVC algumas pessoas ficam com dificuldade de falar ou de memória, geralmente as pessoas tentam, mas não conseguem encontrar as palavras certas ou não conseguem montar frases completas. Outras pessoas já têm dificuldade em descobrir o significado das palavras e não conseguem ter pensamentos claros ou se lembrar de algo.

Ainda tem as pessoas que conseguem lembrar e montar frases, mas precisam de ajuda de fonoaudiólogos para superar o desafio de falar corretamente e as pessoas entenderem. Muitas vezes o paciente volta a ser criança e precisa de ajuda para falar direito, sem comer nenhuma vocal ou consoante.

 

Alterações de continência urinária

Esse talvez é um dos problemas mais chatos e constrangedores, muitas pessoas que sofrem AVC e ficam com incontinência urinária e/ou fecal precisam usar fraldas para não acontecer nenhum acidente. O trabalho do médico nesse caso é bem intenso, as pessoas que perdem o controle das funções do intestino e bexiga estão assim por causa do dano sofrido em determinados músculos e nervos.

Os especialistas podem fazer esse tratamento e ajudar a manter o controle sobre esses músculos tão necessários. Também existem medicamentos para tratar essa área específica.

 

Problemas emocionais

É fato que uma pessoa que sofre AVC e tem grandes sequelas fica abalada emocionalmente, principalmente dependendo do problema que ficou. Se era uma pessoa muito ativa que gostava de mexer e trabalhar muito e ficou com dificuldade nos movimentos ou até um lado paralisado, o emocional dessa pessoa é completamente abalado. Esse é só um dos muitos exemplos que podem fazer a pessoa se sentir mal com tudo o que esta passando. Por isso a reabilitação nessa área é muito importante, a recuperação pode ser muito lenta e por isso frustrante, o humor do paciente pode mudar rapidamente e o comportamento também.

É natural sentir deprimido, assustado e ansioso, por isso é necessário o tratamento com psicoterapeuta, o paciente pode fazer consultas particulares ou até participar de grupos de apoio a vítimas de derrame. Esse tipo de tratamento é muito bom e ajuda bastante.

 

Problemas alimentares

Muitas vezes o paciente que sofreu AVC tem dificuldade de engolir, engasga com facilidade e tosse com mais frequência enquanto come. Por isso é necessário o trabalho para reabilitar essa área e solucionar o problema, o especialista que pode cuidar dessa área é o fonoaudiólogo.

 

Esses são alguns programas de reabilitação após o AVC, existem muitos outros, mas tudo vai depender do problema que o acidente vascular cerebral causou. Se você sofreu AVC, seu familiar ou conhecido, é importante começar a procurar um tratamento, não deixe de fazer a reabilitação, muitas vezes você voltará a ter uma vida normal. É preciso se preocupar ainda mais com a saúde depois de passar por um problema como esse.

Conclusão

Procure ajuda, converse com seu médico e encontre uma clinica ou hospital que disponibiliza o programa de reabilitação após o AVC em sua cidade. Só não deixe de fazer o tratamento, ele é preciso e vai ajudar a melhorar a auto estima do paciente que provavelmente está muito baixa depois de sofrer com esse problema.

 

 

 

 


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Dor aguda e Dor crônica

 

A dor é algo que tem um impacto muito grande na vida das pessoas, sempre negativo. A qualidade de vida de quem sente dor e até de seus familiares, cai. Quase todas as atividades cotidianas são afetadas e, dependendo da intensidade e duração, pode afetar até mesmo a saúde mental.

Por isso, as organizações mundiais referentes à saúde entendem que não sentir dor é um direito de todas as pessoas e pacientes. E por isso, muitos hospitais já tem equipes especializadas para conseguir isso.

Existem principalmente dois tipos de dores: a dor aguda e a dor crônica. Dentro desses dois tipos há várias formas que a dor pode se apresentar de várias formas: cortante, contínua, pulsátil, perfurante e difusa. Diferenciar o tipo de dor e como ela se apresenta, além de sua origem é fundamental para que o médico consiga fechar um diagnóstico e saber qual o melhor tratamento para o seu paciente. Para facilitar, a dor também foi classificada como nociceptiva, neuropática e psicossomática, levando em conta a causa e a origem.

 

Os tipos de dor

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Dor crônica

A dor crônica se caracteriza principalmente por ser uma dor prolongada, que pode durar até seis meses ou mais. Ela geralmente tem uma causa difícil de ser descoberta. Ela costuma causar muito sofrimento, pode se manifestar com muitas características diferentes e gera diversos estados patológicos.

A dor crônica pode ser neuropática, nociceptiva, psicossomática (psicológica) e idiopática. Ela costuma ser muito destrutiva, degradando aos poucos a qualidade de vida de quem a tem. Pode alterar suas capacidades funcionais, assim como afetar o bem-estar psicológico e espiritual, o sono e o apetite. Interfere negativamente nas relações interpessoais, muitas vezes resultando no afastamento social da pessoa, e pode levar a depressão. Segundo os especialistas, ela pode se apresentar como sendo contínua ou intermitente.

Pesquisas realizadas na Europa mostram os pacientes que possuem dor crônica sofrem algum tipo de deficiência física, social ou psicológica em sua vida. Cerca de dois terços deles têm menor capacidade de dormir ou são completamente incapazes de fazer isso naturalmente. Aproximadamente 60% não conseguem trabalhar fora de casa ou tem sua capacidade para isso diminuída. Pelo menos um em cada cinco pessoas com dor crônica apresentaram depressão por conta da dor. E 50% confirmaram ter reduzida capacidade de manter relações familiares, sociais ou sexuais.

 

Dor aguda

Trata-se de uma dor que surge depois de uma lesão. Ela é autolimitada e geralmente desaparece depois que a lesão é curada. Em alguns casos a dor aguda é considerada muito benéfica pois serve como um alerta para quem a sente. Ela está associada a uma resposta ao estresse, com aumento da frequência cardíaca, elevação da pressão arterial, contração muscular local e midríase.

Quando não é tratada, a dor aguda causa uma resposta hormonal com alterações que podem ser circulatórias e metabólicas. Podem surgir taquicardia, taquipneia, aumento da pressão, aumento da atividade do sistema nervoso simpático. Isso pode conduzir ainda a libertação de corticosteroides e à alteração da resposta imunológica. Além disso, a dor aguda costuma ser agravada por que causa espasmos musculares reflexos secundários e uma grande ansiedade. Por isso, os especialistas recomendam que as dores agudas sejam tratadas imediatamente e de forma enérgica.

A dor aguda é considerada uma resposta fisiológica normal e previsível a um estímulo que seja prejudicial e nocivo. Ela costuma ser facilmente localizada e sua intensidade vai depender muito do que a causou. Comparada com a dor crônica, sua duração é curta e limitada, desaparecendo junto com o fim da lesão que a causou, ou quando esta é curada. No geral, ela é considerada uma dor com função protetora e de alerta pois indica que existem problemas e lesões. É um tipo de dor que as pessoas querem evitar e por isso ela cria uma reação que faz as pessoas se prevenirem de situações que podem levar a lesão.

Dor nociceptiva

A dor nociceptiva é a dor geralmente causada por uma lesão ou danos. Nela, os nociceptores, que são nossos sensores da dor, são ativados. Eles detectam estímulos da dor e transmite ao sistema central. Quando essa dor emana da pele, dos ossos, das articulações, dos músculos ou dos tecidos conjuntivos é classificada como dor somática. Ela costuma ter uma natureza cortante e geralmente mais fácil de localizar do que outros tipos de dores.

Já as dores que tem como origem nossos órgãos internos – caso da apendicite e do ataque biliar – é chamada de dor visceral. Essa já é uma dor mais complicada de se lidar pois geralmente é contínua, vaga e bastante difícil de se localizar.

Dor neuropática

A dor neuropática é provocada por uma lesão ou uma perturbação funcional no próprio nervo. Geralmente ela se parece com uma queimadura, cortante como um choque elétrico. A dor neuropática costuma surgir em situações onde há perturbações metabólicas, como é o caso da diabete, ou quando há a presença de doenças infecciosas.

 

Dor psicossomática

A dor psicossomática não é baseada em nenhuma causa orgânica. Ela é um tipo de dor provocada por problemas psicológicos e situações problemáticas que o paciente apresenta em sua vida. Por isso, ela é difícil de ser detectada e tratada. É preciso investigar a fundo e descartar qualquer possibilidade de problema orgânico para se determinar que uma dor é psicossomática.

 

Dor idiopática

A dor idiopática é aquela que a causa não consegue ser estabelecida. Os médicos só a usam quando realmente desconhecem completamente a causa da dor, mesmo depois de feita uma investigação. Ele não encontra provas de que exista uma doença ou mesmo uma causa psicológica.

 

Como são feitos os controles da dor

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) que o tratamento da dor deve levar em conta toda a situação clínica do paciente, seu histórico de saúde e deve se ajustar às suas necessidades.

Dessa forma, a dor crônica precisa ser tratada levando em conta a frequência que surge no paciente e com intervalos de tempos regulares. As doses de medicamentos devem ser administradas com frequência e doses adicionais podem ser dadas no momento de crises maiores ou agravamentos. O objetivo no tratamento da dor crônica é a redução total da dor. Quando isso não for possível, deve-se ao menos iniciar o tratamento o mais cedo possível para prevenir algo que a medicina chama de “memória da dor”. Esse é um fenômeno em que o paciente acredita na persistência da dor mesmo depois que a lesão já está curada.

Como a dor crônica é muito complexa, ela exige muitos tipos de abordagens diferentes e mesmo complementares. É comum combinar tratamentos físicos, psicológicos além de terapêutica farmacológica. Isso significa que é possível combinar vários medicamentos para o tratamento da dor. Os analgésicos são escolhidos dependendo da gravidade da dor. Geralmente são usados medicamentos não-opióides também chamados de analgésicos de ação periférica justamente por apresentarem efeitos periféricos.

Já nos casos de dor mais grave, os especialistas recomendam usar analgésicos de ação central, já que eles apresentam principalmente um efeito centrar, que age no cérebro ou na medula espinal. Também podem ser usados os analgésicos adjuvantes se o médico achar adequado. Esse tipo de analgésico são remédios cujo indicação principal não é o alívio da dor, mas acabam por ter um efeito analgésico. É o caso, por exemplo, dos antidepressores.

A dor aguda já exige outro tipo de tratamento. Ela pode ser tratada com opióides, sendo que existe uma redução da dose conforme o tratamento avança. Também é possível usar anti-inflamatórios não-esteroides, que são indicados principalmente para dores ligeiras e moderadas. A principal forma de reduzir a dor aguda é a remoção ou cura do agente que a causa. Mas existem situações onde é necessário o uso de analgésicos imediatamente, mesmo antes de ser feito um diagnóstico mais preciso ou a remoção da causa, para aliviar a dor do paciente.

Atualmente há também outras formas de ajudar no alívio da dor, seja ela crônica ou aguda. A Acupuntura é um desses tratamentos que pode ser feitos paralelamente com os tratamentos tradicionais. A acupuntura tem como objetivo o equilíbrio do corpo e com isso, ajuda a aliviar possíveis dores ou abrandando seus sintomas.

 


coluna-e-cefaleia

 Dores de cabeça frequente podem estar associados a problemas na coluna

 

O nosso corpo está todo interligado e por isso algo que afeta você em um lugar pode estar ligado a um problema em outro, assim como a dor de cabeça pode ter relação com o problema na coluna. Você já tinha pensado nisso?

Muitas vezes queremos tratar algo e nada resolve exatamente por esse motivo, o problema é que os médicos não conseguem descobrir e resolver porque você não fala que tem outros problemas de saúde.

 

Pensando nisso resolvemos falar sobre a dor de cabeça e sua relação com o problema de coluna, pois essa relação existe e pode ser muito chata de ser diagnosticada. Se está enfrentando muitas dores de cabeça e tem problema de coluna ou qualquer outro problema de saúde fique ligado, pois ela pode ter relação com outra coisa.

 

Muitas pessoas sofrem com dor de cabeça, mas existem tipos dessa dor, ela pode aparecer leve ou forte, sendo que a intensidade varia, ela vai incomodar de todo o jeito. Além disso, a dor mais leve e constante muitas vezes pode até ser pior e mais prejudicial do que uma dor de cabeça forte que passa mais rápido. Antes de procurar o médico e dizer que você está com dor de cabeça é necessário pensar em como é sua dor de cabeça e quem sabe até anotar quando ela vem, o horário e outras coisas importante como o que você tomou.

 

Se a dor é leve e vem poucas vezes não é motivo para se preocupar, se você ter dor de cabeça 2 ou 3 vezes no mês é normal, isso quer dizer que esses dias foram mais intensos, que você trabalhou mais, se esforçou mais ou até dormiu mal. Não se preocupe se a dor de cabeça vem apenas algumas vezes, ela pode estar demonstrando apenas o cansaço e nesse caso você precisa apenas relaxar.

 

Em caso de dor de cabeça mais frequente, uma dor que aparece mais de uma ou duas vezes na mesma semana e é constante você já deve se preocupar, algo está acontecendo para você estar com essas dores. Pode ser só stress e você está precisando descansar, isso é até mais fácil de resolver, nesse caso tire uns dias de férias, tente fazer algo para relaxar, saia um pouco de casa para fazer uma atividade física ou ter um lazer. Mas é claro que nem tudo é stress e a dor de cabeça pode estar relacionada a algum problema.

 

A dor de cabeça é sintoma de muitas doenças, a dengue, por exemplo, que é uma doença que tem acometido muitas pessoas causa a dor de cabeça. Por isso você precisa ficar de olho não só na dor de cabeça que está sentindo, mas em outros sintomas. Nossa dica é procurar um médico caso a dor seja intensa e persistente, não deixe de anotar quando está acontecendo, o horário que ela aparece, se você já acorda com dor, se toma algo para aliviar e se funciona.

 

Tudo isso deve ser transmitido para o médico, dessa forma é mais fácil fazer o diagnóstico e já eliminar algumas causas. É importante que você diga também se sente outras dores ou se tem outros problemas, a dor de cabeça pode estar relacionada a coluna e você precisa contar ao médico que tem dores frequentes nessa área também.

 

Geralmente a dor na coluna é causada pela má postura e ela pode ser muito mais comum do que você imagina. As dores de cabeça conhecidas como dores secundárias estão sempre relacionadas a outros problemas como na coluna, nesse caso a dor fica concentrada na parte da frente ou lateral e também na região interna dos olhos.

 

É aconselhado procurar um médico especialista em casos como:

  • Dor de cabeça intensa e persistente;
  • Dor que começa ou piora quando mexe o pescoço;
  • Quando a dor fica frequente;
  • Quando existe dor de cabeça e também sensação de queimação no pescoço, ombros, braços ou mãos.

 

Nesses casos não deixe de procurar um médico, pois provavelmente sua dor de cabeça está relacionada a coluna e você precisa ficar de olho. Talvez você ainda nem sabe que tem problema na coluna, mas já sente alguns dias ela incomodando um pouco mais. Nunca deixe de consultar um médico e nunca faça seu próprio diagnóstico, a dor de coluna pode ser simples e até fácil de tratar, mas algumas vezes pode ser mais grave como uma hérnia de disco e nesse caso você vai precisar de um tratamento maior.

 

O diagnóstico rápido vai evitar muitos problemas, você não pode deixar de visitar seu médico ou um profissional especializado se perceber que está com dor de cabeça e também dor na coluna. A dor de cabeça que tem origem por causa da coluna é chamada de cefaléias cervicogênicas ou neuvralgicas e muitas vezes é confundida com as famosas enxaquecas.

 

A cefaléia cervicogênica é uma tensão por causa da sobrecarga na postura ou mesmo estresse que tem origem no pescoço. Essa dor se irradia para a cabeça, e nos locais que já falamos como frente ou lado da cabeça e atrás dos olhos. Essa dor tem uma semelhança muito grande com a enxaqueca e por isso a confusão e diagnóstico errado, mas a dor relacionada com a coluna apresenta característica especificas, e é nisso que você deve ficar de olho, se está sentindo compressão mecânica, nos nervos, músculos ou vasos sanguíneos da região do pescoço provavelmente é a dor cervicogênica.

 

O tratamento

 

Como já deve imaginar, o tratamento vai lidar com dois problemas, a dor de cabeça e a dor na coluna. O médico deve avaliar o que contribuiu para o problema na coluna e o que fez agravar para você sentir dores de cabeça, o especialista que fará esse diagnóstico é o ortopedista ou neurologista. Assim que achar a causa do problema o tratamento começa. Se o problema da dor de cabeça é a coluna é necessário fazer fisioterapia, ela vai ajudar a normalizar a disfunção mecânica que provoca as dores de cabeça.

 

Juntamente com o tratamento de fisioterapia que vai melhorar o problema da coluna o médico também pode receitar remédio para amenizar as dores até o problema da coluna ser resolvido. Você vai perceber que com o tempo de tratamento as dores vão cessar e você vai voltar a ter uma vida normal, sem problemas com dor de cabeça.

 

Mas para isso é necessário seguir a risca todo o tratamento indicado pelo médico, a fisioterapia pode demorar um pouco e mesmo que você já não sinta mais nada é importante fazer até o final, até o momento que seu médico liberar. A dor pode melhorar com atividade física e relaxamento, por isso comece a praticar alguma atividade física, claro que com o consentimento do médico.

 

Assim que o problema for resolvido e você não tiver mais dores de cabeça e dor na coluna o ideal é começar a prestar atenção na sua postura, não fique por muito tempo sentado ou em pé e na postura errada. Vigie sempre sua postura e não fique curvado de forma alguma. Comece a fazer exercício físico, ele ajuda a desenvolver e fortalecer os músculos e faça alongamentos sempre, você vai perceber que 10 minutos de alongamento todos os dias já será suficiente para te deixar mais alongado e sem problemas e dores.


dores nas costas

Conheça as principais causas de dores na região lombar

 

A dor lombar está ficando cada vez mais comum, muitas pessoas têm reclamado desse problema e procurado um médico para ajudar. Mas a dor lombar pode acontecer pode inúmeros motivos, ela não é causada apenas por um problema, por isso você precisa saber o que está causando sua dor. Muitas vezes o médico vai tratar o problema, mas se você não souber exatamente o que é pode acabar sofrendo com isso mais vezes.

 

Tratar a dor é importante, mas saber o que causou a dor e como prevenir também é muito importante. Por isso fique de olho e conheça as principais causas de dores na região lombar.

 

Excesso de peso

 

Falamos o tempo todo que o excesso de peso e obesidade pode gerar muitos problemas na coluna, o excesso pode causar dor, mas não é apenas isso, ele pode contribuir para demais doenças na coluna que você verá logo mais. Por isso escolhemos falar dele no início, pois o excesso de peso não causa apenas a dor, mas pode contribuir para o aparecimento de uma hérnia de disco, por exemplo. A obesidade é uma preocupação global e ele pode influenciar muito na frequência de dor nas costas, o excesso de peso aumenta a pressão nos discos da coluna e também pode influenciar no equilibro postural.

 

Para prevenir as dores lombares causada pela obesidade é simples, basta reduzir o peso. É claro que muitas pessoas sofrem com isso e tem muita dificuldade de perder peso, nesse caso a nossa dica é procurar ajuda de alguns especialistas como nutricionistas e psicólogos.

 

Cansaço muscular

O cansaço e fraqueza da musculatura pode causar dor e piorar sem você ter ferimentos, sofrer uma queda ou ter qualquer outro problema, por isso é tão complicado detectar o problema nos exames. Geralmente o cansaço na região lombar é causado pela falta de condicionamento físico, uma pessoa sedentária não consegue fazer com que o músculo renove o oxigênio, isso leva a processos químicos errados.

 

Com os processos químicos errados o local começa a sentir dores. Alguns dos motivos para esse problema ocorrer além do sedentarismo é a falta de ergonomia, trabalhos monótonos, postura ruim e outros. Os sintomas mais comuns causados pelo cansaço na musculatura lombar é a dor constante, cansaço quando precisa levantar algo pesado, dores fortes depois de uma caminhada, entre outros.

 

Para evitar e se livar desse cansaço é bem simples, mas simples que qualquer outra forma de evitar problemas, você precisa se exercitar, evitar posturas erradas e trabalhos monótonos. Comece a fazer uma atividade física, mas comece aos poucos para não causar outro problema na coluna.

 

Hérnia de disco

A hérnia de disco é um problema bem comum e que causa dor na região lombar, ele acontece por causa do rompimento total ou parcial do anel fibroso, por causa disso ocorre vazamento do núcleo pulposo, gerando algumas vezes um calo que pressiona a medula espinhal ou as raízes dos nervos. Existem vários tipos de hérnias, mas a mais comum é a hérnia de disco, pois o peso nos disco é grande.

 

Ela pode ter várias causas, o sobre peso é um deles como já falamos mais acima, mas existem outras causas, a própria degeneração do tempo pode contribuir para o enfraquecimento e rompimento do anel. Outras causas são:

  • Posturas forçadas;
  • Levantamento pesos errado;
  • Torções violentas;
  • Flexão e rotação errada.

Os sintomas podem ser diferentes dependendo do local da hérnia, geralmente ocorre dores que se irradiam, ocorre restrições motoras também por causa da dor, o paciente pode até sentir dor ao urinar. No geral as dores são sentidas quando o indivíduo tosse, espirra ou faz força abdominal. Para tratar a hérnia é necessário um tratamento médico mais preciso, em alguns casos é necessário até uma cirurgia.

 

Postura incorreta

lombalgia

Ficar por muito tempo na frente do computador com uma posição errada, pode causar dores na região lombar. Qualquer tipo de postura incorreta pode causar a dor, quem trabalha muito tempo sentado, dirige o dia todo ou mesmo fica em pé com uma postura errada. A curto prazo a postura errada não vai atrapalhar e você não vai sentir muito incomodo, mas a médio e longo prazo vai sentir.

 

O problema da postura errada é que a doença pode virar crônica e você vai precisar conviver com a dor para o resto da vida. Claro que será necessário um tratamento e ele vai aliviar o problema, mas se passar muito tempo em uma posição sua lombar vai reclamar. Por isso para evitar a dor e todo esse problema o melhor a fazer é observar sua postura, não custa nada fazer um alongamento antes e depois do trabalho.

 

Se você trabalha sentado por muito tempo pode levantar algumas vezes e andar para prevenir as dores e ter atenção com a postura é muito importante. Não deixe também te fazer uma atividade física, escolha algo que goste e comece a fazer, a atividade física ajuda a fortalecer os músculos e manter uma postura adequada.

 

Lombalgia

 

A lombalgia é a dor na região lombar, a dor é sentida na região lombar e pode ser irradiada para a coxa e até o pé. Esse é um problema muito comum, cerca de 80% da população mundial já teve, tem ou terá o problema. Os sintomas podem ser leves em casos mais simples, mas também pode ser mais graves, os sintomas que um paciente com lombalgia pode sentir são:

  • Desconforto na lombar;
  • Dores;
  • Travamentos;
  • Queimações;
  • Incapacidade de ficar com o corpo ereto.

 

Para prevenir a lombalgia é bem simples, você deve fazer exercícios de alongamento, evitar exercícios intensos, principalmente corrida, observar a postura para manter uma postura correta no dia a dia e praticar exercício para fortalecer a musculatura.

 

Artrose

 

A artrose, também conhecida como osteoartrite é um problema que ataca as articulações, as articulações sofrem desgaste com o passar dos anos e algumas coisas podem provocar um maior desgaste da cartilagem que protege as extremidades dos ossos. A artrose pode acontecer em diversos locais, mas os mais comuns são nas mãos, joelhos, coluna e quadril.
Essa doença piora com o tempo, ela é crônica e por isso não existe cura, mas o tratamento podem retardar a progressão da doença. O sintoma mais comum da artrose é a dor nas articulações que piora no final do dia, o paciente também pode ter inchaço, sentir o local rangindo e ter limitação dos movimentos no local afetado. A rigidez articular também pode acontecer.

 

Como foi dito a artrose não tem cura, por isso o tratamento é para amenizar o problema e acabar com os sintomas sentidos. É necessário a ingestão de medicamentos para aliviar a dor, a terapia também é muito recomendada e em alguns casos é necessário a intervenção com cirurgia.

 

Existem muitas outras causas para a dor na região lombar como dor ciática, dorsalgia, estenose espinhal, espondilite anquilosante, fibromialgia, estresse, tumor,  cistos ovarianos e outros. Fique de olho e não deixe de procurar um médico para diagnosticar o seu problema.